sexta-feira, 26 de agosto de 2011

No dia da minha morte

Senhor! Em cada alvorecer,
Eu sei que a qualquer hora
Eu posso morrer.

É difícil a caminhada
Neste mundo tão cruel.
É dor, angústia, sofrimento,
Como dói cada tormento.

Daqui um dia sairei
É inevitável minha morte.
Nasci para viver aqui,
Mas aguardando o porvir.

O Messias prometido,
O desejado das nações
Viveu tão pouco aqui,
Mas veio nos lembrar
Que a vida melhor é no porvir

Ah, no dia da minha morte?
Os prantos não vou ouvir
São pessoas queridas
Com as quais eu convivi

O vale da morte, é
O caminho da vida,
Só a vida precede a morte
Vivemos à sua espera
A fé é o meu suporte

Lembranças, minhas lembranças!
O que fui, o que fiz
Sairão das lembranças.
Morte eu vou descansar
Porque demora tanto
Meu Senhor a vir me buscar?

Deixo pra quem fica
Meu pedido de perdão
Fui fraco, errei, pois
Não há homem que não erre.
O perdão do meu Senhor
Na minha alma se encerra.

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